domingo, 29 de janeiro de 2012

O mundo visto ao contrário, parecia no lugar.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Eu continuo passando, na mesma intensidade de uma brisa, forte ou lenta, quente ou fria.. eu estou passando, e nada irá me parar, não quero me atrasar, e espero que ninguém se atrase, para depois dizer que me viu passar,   continuo seguindo, e não irei parar, nunca mais.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Era mais um dia, único e não desperdiçado.


 


  • Eis que a luminosa verdade chega, guardes tudo, guarda-te em um cofre seguro, na mente. Não deixe o seu semblante cair em desgraça, mantenha-se, o alerta está aqui e ali. Desvairado, achei o rumo, um norte profundo, sorte ou morte? eis que já não sois um alguém sem força, estou um passo a frente, longe de um estado periclitante. Adiante amigo, adiante.. dizia-me o vento - será frio e longo, mas entenda que existe mais beleza aqui, do quem em outra condição, não agite o coração, far-se-á sua jornada.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012



   Preciso poder contar com você, ter outras eternidades ao seu lado, e me divertir com os caprichos da nossa vontade. Preciso poder destruir o nosso big bang, sempre que for necessário um novo começo, ou até mesmo pelo prazer da novidade.
   Poder te olhar e já entender, sem ser preciso desdizer nem dizer toda a verdade. Poder errar e não me esconder, não ter que ter nenhum poder e poder não ter.
   Será querer demais? Será pedir demais? Será poder demais?
   Preciso poder gritar com você, e preservar o respeito em potes transparentes, etiquetados com o prazo de validade. Preciso poder me satisfazer, por estar perto, mesmo afastado, e confiar, na certeza da cumplicidade.
   Preciso poder ser impreciso.
   Jay Vaquer - Preciso Poder

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Crônicas de um pseudo-imprestável II

                   Ando me aproximando do sentido maior da vida, já notaram o poder da palavra acreditar?!.. só de pensar nela a fé vem instantaneamente na mente. É isso que venho semeando o poder da fé, apesar de ser um sujeito que quase não acreditar em nada, e agnóstico por escolha, acho inegável a existência de Deus, é realmente indispensável a fé.. acredito que chegarei facilmente aos meus objetivos de vida, o horizonte que eu almejo, já até enxergo. 
                 Por mais que eu ouça palavras que tentem me desanimar, está ali.. bem em minha frente, as minhas escolhas e sonhos, estou preste a tocá-los, um muro ainda me impede de chegar lá, mais acredito que amanhã estarei do outro lado, junto com as coisas que almejo.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Crônicas de um pseudo-imprestável I

    Pois bem, pude notar que às trocas de estações sempre acompanham minhas vontades, sou meio outono, só observando as transformações de uma estação passada. Já entendi que a perda de algo importante, te constrói e destrói, gosto de me sentir assim, vivendo e questionando meu destino, quisera estar tranquilo, como deveria estar.

     Eu me sinto em pressão o tempo inteiro, com os mais diversificado olhares pairando sobre mim, e eu gosto disso,  sei que sou capaz. Cheguei em uma época onde quero colher às amizades, às vitórias, e tudo que seja merecidamente meu.

    Confesso que dá vontade de chorar com algumas quedas e lições da vida, mais chorar não adianta igual aos bons tempos de criança, se estou distante disso, sou, meio novinho, mas sei que estou além da compreensão das pessoas da mesma idade, e posso digamos 'culpar' algo para que isso acontecesse, a resposta é a falta, que me corroeu, distorceu, e me cresçeu.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Inconstâncias



  •              Quisera ser um tipo de fortaleza ambulante, pudera ter força de vontade para não me alterar com os boeings que impactam meus edifícios, bem que poderia aguentar a realidade difícil que me cerca, perceber que nada me será dado de bom grado, a razão sempre tenta diferir da emoção, nunca entrelaçadas. Nesse ritmo vou me perdendo dentro de meu próprio corpo, onde minha mente se faz perigosa, onde não posso ser alcançado, onde sou sozinho, onde não há ajuda. O munda machuca, e esses hematomas na alma.. já não querem sair, de onde a ajuda virá?!. Esses sorrisos fugindo, estranhamente levam a felicidade, tristeza aqui não tem, mais o caso é exatamente este, a falta de um sentimento que me salve. o subterfúgio se encontrar no que se pode acreditar, e é isso que eu preciso, algo arrebatador a ponto de me fazer acreditar.. em dias melhores ou menos monótonos. 
      

                                                                                                         MOTA, ivan.

sábado, 7 de janeiro de 2012




  •       Vivemos em tempos de contraversão, ajudamos quem nos prejudica, e não é assim que deveria ser. Devemos grudar, entretanto, soltar. não podemos prender-nos a algo ou alguém, tem que perceber a hora de ir embora também, é assim que funciona, nada é para sempre, nada. Então sai dessa de mudar, a vida é para amadurecer, mudar.. eu mudo de roupa, casa, de lugar.. mais não de caráter, isso é só amadurecendo. 


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Nos escombros do que desejamos ser.




  •      Mais evidente que meus sentimentos por você, é a notoriedade da perda de compostura toda vez que fazem menção aos seus atos, só de não a possuir-te, é torturante fingir que não ficarei estremecido com tais detalhes. Estampado em minha face, em minha pele ou minha'lma, são os sinais de sua passagem em minha vida, seus defeitos-perfeitos, um jeito aceito pelo meu coração, que já não consegue acompanhar a razão, que abruptamente se foi com sua chegada, amada, sempre foste a esperada. 
                                                                                                       MOTTA, ivan.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

   

Donzela, não suportaria perder você para outrem, é involuntário tamanho deslumbre por vossa pessoa, meu corpo se agita, os nervos me sufocam, confundistes todos os meus sentidos com tamanha formosura. Doce pequena, minha pessoa sempre apetecera a ti, em carne, solo e sonhos. Toda vez que a vejo, sinto um intrépido e abismal sentimento sináptico e emotivo que me causa palpitações intermitentes em sua presença, ou apenas, em sua simples menção. 


Eu ando distante das coisas que já disse ter valor imensurável, ando em demagogia. Tudo se encontra tão inócuo, sem brilho ou cor, sem dor também, não é que seja a monotonia bem ao lado, mais um desdém constante me afeta, e não sei mais livrar-me dele,  eu vivo questionando essas coisas da vida, como me altero tanto, vivo reinventando às histórias, vendo através da ignorância de vários, atravessando um chão de cacos de vidros, e ao mesmo tempo cicatrizando tudo rápidamente, pois já não tenho tempo para sofrer, quero sempre questionar, questionar.. a vida.

                                                                                                   MOTTA, ivan.