- Quisera ser um tipo de fortaleza ambulante, pudera ter força de vontade para não me alterar com os boeings que impactam meus edifícios, bem que poderia aguentar a realidade difícil que me cerca, perceber que nada me será dado de bom grado, a razão sempre tenta diferir da emoção, nunca entrelaçadas. Nesse ritmo vou me perdendo dentro de meu próprio corpo, onde minha mente se faz perigosa, onde não posso ser alcançado, onde sou sozinho, onde não há ajuda. O munda machuca, e esses hematomas na alma.. já não querem sair, de onde a ajuda virá?!. Esses sorrisos fugindo, estranhamente levam a felicidade, tristeza aqui não tem, mais o caso é exatamente este, a falta de um sentimento que me salve. o subterfúgio se encontrar no que se pode acreditar, e é isso que eu preciso, algo arrebatador a ponto de me fazer acreditar.. em dias melhores ou menos monótonos.
MOTA, ivan.

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