Meu corpo, uma fortaleza, em que ando vagando por dentro de meus porões, garantindo e confirmando todas as desilusões. E com estorvo sigo outras trilhas, abandon
ei todas as mil desculpas, e sei que sou digno de luta, e a mais importantes de todas, a travada no salão principal da fortaleza, meu corpo. É como se fosse um ritual, é um momento fora do normal, você versus você, quem pagará a conta?
E pelas escadarias disparo veloz, destrancando as várias portas, descobrindo novos lugares, desatinado, apenas atrás de um subterfúgio. Adorava a ideia de ter alguém, muito embora eu já nem ninguém. Foi neste momento em que descobri que posso sucumbir a solidão, estou fugindo desse porão, é sublime não se amedrontar.
O portão abriu, aquele velho anseio surgiu, colocando luz onde nunca tivera passado. Dessa vez não ira postergar, estou saindo do meu forte, quero descobrir o mundo.
E pelas escadarias disparo veloz, destrancando as várias portas, descobrindo novos lugares, desatinado, apenas atrás de um subterfúgio. Adorava a ideia de ter alguém, muito embora eu já nem ninguém. Foi neste momento em que descobri que posso sucumbir a solidão, estou fugindo desse porão, é sublime não se amedrontar.
O portão abriu, aquele velho anseio surgiu, colocando luz onde nunca tivera passado. Dessa vez não ira postergar, estou saindo do meu forte, quero descobrir o mundo.

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