segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Carta Aberta - Ariel
esquece o devaneio...
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Imperecível.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Amanheceu..
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
fugindo
Meu corpo, uma fortaleza, em que ando vagando por dentro de meus porões, garantindo e confirmando todas as desilusões. E com estorvo sigo outras trilhas, abandon
E pelas escadarias disparo veloz, destrancando as várias portas, descobrindo novos lugares, desatinado, apenas atrás de um subterfúgio. Adorava a ideia de ter alguém, muito embora eu já nem ninguém. Foi neste momento em que descobri que posso sucumbir a solidão, estou fugindo desse porão, é sublime não se amedrontar.
O portão abriu, aquele velho anseio surgiu, colocando luz onde nunca tivera passado. Dessa vez não ira postergar, estou saindo do meu forte, quero descobrir o mundo.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
novo
sábado, 16 de junho de 2012
rascunho da vida.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Única estrela da constelação.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Obrigado!
sábado, 12 de maio de 2012
Muda!
quinta-feira, 29 de março de 2012
=)
Sinto que ando escrevendo para ninguém, como se fosse um arsenal para ser usado inesperadamente, entendem? não né! rsrs. Sei que nunca possui vários 'seguidores' por aqui, mas tenho a certeza que 'vez enquando' alguém importante o lê. eu gravei algo, A voz alcança um tempo sem fim.
terça-feira, 20 de março de 2012
Crônicas de uma Pseudo-Imprestável III
Eu sempre faço algo com o intuito de ganhar uma troca, sou assim mesmo, interesse de verdade, nada é de graça. A partir de agora - melhor dizendo, desde ontem - pouparei sorrisos e bons atos. Em silêncio caminharei, eu passarei a fitar tudo de que meu interesse for, encaro o mundo de frente, e já não me espanto em 'apanhar' tanto mesmo, minha pele arde, mas protege. implicante com quem já não suporto, não aceito fazer o gosto de ninguém, é agir certo para o momento certo, se vir pra esperar que te mimem, volte, quem for mimar os problemas, irá rodar.
Não se pode ser tão gentil com a quase ingrata vida, a todo tempo estou diante da chance de arrancar e me prender a um certo ponto de paz. meus laços já não tem nenhum sabor, eu burlo momentos e já não sinto tanta dor. Acordei. Entendi. Prossegui. Hoje houve uma fuga em massa das selas mais frias, torturantes e egocêntricas de minha mente. Mudarei a história que foi feita para mim, sufocarei e esfregarei um desfecho vitorioso no rosto da vilã e amada vida.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Viva-a-Vida
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
dia-a-dia
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Oasis

Eu sempre quis saber o gosto do amadurecimento, de ter as repostas e atitudes nos momentos oportunos, ter noção como agir, usar da uma paciência anormal nos dias de hoje, saber o que fazer com a tão corriqueira vida. Eu sempre achei interessante andar perto das coisas que não sabemos controlar, errando quando não podia, fui seguindo de modo invariável a minha estrada, até que em certo ponto de minha jornada, algo fez sentido, em um momento sem sentido, minha imaginação via códigos se entrelaçarem, informações intercruzarem, vidas se abraçarem, problemas se acabarem.
domingo, 29 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Era mais um dia, único e não desperdiçado.
- Eis que a luminosa verdade chega, guardes tudo, guarda-te em um cofre seguro, na mente. Não deixe o seu semblante cair em desgraça, mantenha-se, o alerta está aqui e ali. Desvairado, achei o rumo, um norte profundo, sorte ou morte? eis que já não sois um alguém sem força, estou um passo a frente, longe de um estado periclitante. Adiante amigo, adiante.. dizia-me o vento - será frio e longo, mas entenda que existe mais beleza aqui, do quem em outra condição, não agite o coração, far-se-á sua jornada.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Preciso poder contar com você, ter outras eternidades ao seu lado, e me divertir com os caprichos da nossa vontade. Preciso poder destruir o nosso big bang, sempre que for necessário um novo começo, ou até mesmo pelo prazer da novidade.
Poder te olhar e já entender, sem ser preciso desdizer nem dizer toda a verdade. Poder errar e não me esconder, não ter que ter nenhum poder e poder não ter.
Será querer demais? Será pedir demais? Será poder demais?
Preciso poder gritar com você, e preservar o respeito em potes transparentes, etiquetados com o prazo de validade. Preciso poder me satisfazer, por estar perto, mesmo afastado, e confiar, na certeza da cumplicidade.
Preciso poder ser impreciso.
Jay Vaquer - Preciso Poder
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Crônicas de um pseudo-imprestável II
Por mais que eu ouça palavras que tentem me desanimar, está ali.. bem em minha frente, as minhas escolhas e sonhos, estou preste a tocá-los, um muro ainda me impede de chegar lá, mais acredito que amanhã estarei do outro lado, junto com as coisas que almejo.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Crônicas de um pseudo-imprestável I
Pois bem, pude notar que às trocas de estações sempre acompanham minhas vontades, sou meio outono, só observando as transformações de uma estação passada. Já entendi que a perda de algo importante, te constrói e destrói, gosto de me sentir assim, vivendo e questionando meu destino, quisera estar tranquilo, como deveria estar.
Eu me sinto em pressão o tempo inteiro, com os mais diversificado olhares pairando sobre mim, e eu gosto disso, sei que sou capaz. Cheguei em uma época onde quero colher às amizades, às vitórias, e tudo que seja merecidamente meu.
Confesso que dá vontade de chorar com algumas quedas e lições da vida, mais chorar não adianta igual aos bons tempos de criança, se estou distante disso, sou, meio novinho, mas sei que estou além da compreensão das pessoas da mesma idade, e posso digamos 'culpar' algo para que isso acontecesse, a resposta é a falta, que me corroeu, distorceu, e me cresçeu.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Inconstâncias
- Quisera ser um tipo de fortaleza ambulante, pudera ter força de vontade para não me alterar com os boeings que impactam meus edifícios, bem que poderia aguentar a realidade difícil que me cerca, perceber que nada me será dado de bom grado, a razão sempre tenta diferir da emoção, nunca entrelaçadas. Nesse ritmo vou me perdendo dentro de meu próprio corpo, onde minha mente se faz perigosa, onde não posso ser alcançado, onde sou sozinho, onde não há ajuda. O munda machuca, e esses hematomas na alma.. já não querem sair, de onde a ajuda virá?!. Esses sorrisos fugindo, estranhamente levam a felicidade, tristeza aqui não tem, mais o caso é exatamente este, a falta de um sentimento que me salve. o subterfúgio se encontrar no que se pode acreditar, e é isso que eu preciso, algo arrebatador a ponto de me fazer acreditar.. em dias melhores ou menos monótonos.
sábado, 7 de janeiro de 2012
- Vivemos em tempos de contraversão, ajudamos quem nos prejudica, e não é assim que deveria ser. Devemos grudar, entretanto, soltar. não podemos prender-nos a algo ou alguém, tem que perceber a hora de ir embora também, é assim que funciona, nada é para sempre, nada. Então sai dessa de mudar, a vida é para amadurecer, mudar.. eu mudo de roupa, casa, de lugar.. mais não de caráter, isso é só amadurecendo.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Nos escombros do que desejamos ser.
MOTTA, ivan.
- Mais evidente que meus sentimentos por você, é a notoriedade da perda de compostura toda vez que fazem menção aos seus atos, só de não a possuir-te, é torturante fingir que não ficarei estremecido com tais detalhes. Estampado em minha face, em minha pele ou minha'lma, são os sinais de sua passagem em minha vida, seus defeitos-perfeitos, um jeito aceito pelo meu coração, que já não consegue acompanhar a razão, que abruptamente se foi com sua chegada, amada, sempre foste a esperada.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Eu ando distante das coisas que já disse ter valor imensurável, ando em demagogia. Tudo se encontra tão inócuo, sem brilho ou cor, sem dor também, não é que seja a monotonia bem ao lado, mais um desdém constante me afeta, e não sei mais livrar-me dele, eu vivo questionando essas coisas da vida, como me altero tanto, vivo reinventando às histórias, vendo através da ignorância de vários, atravessando um chão de cacos de vidros, e ao mesmo tempo cicatrizando tudo rápidamente, pois já não tenho tempo para sofrer, quero sempre questionar, questionar.. a vida.
MOTTA, ivan.
