segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Carta Aberta - Ariel

Feliz aniversário, te desejo tudo de bom, que Deus a ilumine muito! Tenho um enorme carinho por você, que  de agora em diante seus dias se tornem melhores, que vivas cheia de saúde e de alegria! E que no próximo ano, essa tua mascará de arrogante e carrancuda venham a ficar inexistente e passes a saber que isso é perca de tempo. Realizações, realizações, realizações.. é o que te desejo. Não ficou ficar naquele Blablablá pra no final ficar explicito que te amo, e que só quero teu melhor, quero que sofras um pouquinho também, é necessário para se crescer bem, e com um caráter legal. Mas nada vai desmerecer tudo o que você é pra mim, estamos afastados, sim estamos, e continuaremos. Meus olhos devem denunciar meu grande carinho,  só vida é foda mesmo, e quero  nessas quedas que existe por aí, que você permaneça fortemente preparada para aguentar tudo isso, os meus votos são de felicidade e de aprendizagem, que neste seu dia tudo seja lindo, você merece um pouco de paz! Congratulações Ariel, eu te amo, mas não muito ♥

esquece o devaneio...

É chegada a hora de reiniciar a nossa mente, em busca do melhor. E todos os dias tenho me dito isso, eu lembro sempre do tempo que passou, das coisas que não fiz, mas eu ainda tenho muito tempo, muito. Necessário é saber aguardar, mas o esforço tem que andar ao lado, a paciência tem que estar fincada em nossas estruturas, entrelaçada com a pele.  Força pra seguir rumando aos novos lados, aos sonhos desejados, peito aberto para o novo, mas sempre busque o melhor, sim sempre busque! Até que eu parti, de um modo auspicioso, deixei de levar-me pelo meu devaneio, nesta altura... o pé não pode sair do chão, e imaginado aqui em, o lugar belo que está logo ali, onde os olhos tem dificuldade de enxergar, como é lindo lá em cima, as realizações trazem esse sentimento mesmo. Então continuarei me portanto como um guerreiro, e seguirei afiando a minha espada, para que o gume faça golpes certeiros nas adversidades, e eu vá desbravando esse mundo amargo, até na minha glória chegar.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Imperecível.

Decidi dar uma volta ao mundo, invadindo os porões da mente, atrás de brilho. E é assim com pseudo-esplendor, que nesta caça está procurando o verdadeiro calor. Que vacância de espírito é o meu eu, e só não quero viver o clichê de "preciso me reinventar", talvez eu peça ajuda para mudar. 
Permito-me mudar, lutar e tudo o que seja imprescindível nesse caminho, quero as chaves, quero a minha mente com as portas escancaradas. Intrínseco era esse meu medo de andar, mas é chegada a hora.. enfim o meu eu partiu, e será que vamos para bem longe, permaneceremos apenas intactos. Chega de incertezas, a minha vontade de melhorar o gume é imperecível. 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Amanheceu..

  Me encontro combalido, afunilado por esta monotonia incomum, mas que carrega em si vários problemas, e o próprio dia a dia já é difícil.  Doravante farei o que for preciso para revigorar este semblante, recriar um sorriso, não aquele estético, que represente uma pseudo-paz, mas um que venha do fundo d'alma, se for preciso nem sai pelo próprio rosto, é dado no coração, quase um calmante completo.

  Quero proteger meus velhos anseios de vitórias, sonhos, e buscas. Chegou o momento em que o passado terá mesmo de ficar apenas lá, bem ao fundo, o "pretérito" própriamente criado, para quase sempre não ser revivido. Este é o meu momento, estou diante do improvável, até por o "impossível" não existir. Buscando ruas, vielas, avenidas, até alamedas, mas o caminho que me deixe em um modo terminal de paz, um roteiro sem volta. É a hora de realizar os meus mais lindos sonhos, e realizar os de quem amo também. 

  A rebelião psicológica me devolverá a graça, e qualquer adjetivo que me deixe bem será aceito. É que eu já até posso enxergar o "meu sol", tão esperado, muito agraciado, é a minha felicidade que chegou, e já está brilhando.
   


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Eu sempre pude ser livre para ser e entender o que quiser, nunca soube medir minhas atitudes, nem fizera questão. Fiz estórias que marcaram a memória, eu consegui fazer amigos, mas ao final da adolescência obtive o primeiro 'baque' de minha vida.

Me deparei com a responsabilidade, me senti uma criança indefesa e sem personalidade, e naquela época eu pereci por amor, aquelas coisas de primeira paixão, fui inocentemente engano, ferido, cresci. É uma hora aconteceria algo ruim assim, ai comecei a virar um homem própriamente em caráter. Perdi amizades importantes por motivos fúteis, sem piedade fui deixado de lado. 
Fui realmente apanhando da vida, fui criando ideais, e adotando tudo o que eu considerava bom, deixando transparecer o que a minha família cultivava, o caráter limpo e transparente a todos. 

Ganhei a confiança, me tornei um norte, eu finquei na terra minha ideologia, aprendi a ler os sinais da boa fé, e que o companheirismo é fundamental, quer algo mais gratificante do que cair, mas ao olhar para o lado, ver aquele seu amigo rindo e dizendo - levanta irmão, estamos juntos, não doeu nada! - E passo a entender que de tudo sugamos o lado bom, e que mesmo em momentos de gigantes solidão, em que a quietude perturbante da escuridão me assola, Deus me ergue! não se pode temer os desafios.

fugindo

Ando refletindo, emitindo luz, reencontrando sentidos que fugiram sem que notasse. Meus olhos já dizem bem mais do que a minha própria palavra, e são mesmo o portal da alma, e ficou perceptível que me encontrava obsoleto, e assim estava.

Meu corpo, uma fortaleza, em que ando vagando por dentro de meus porões, garantindo e confirmando todas as desilusões. E com estorvo sigo outras trilhas, abandon
ei todas as mil desculpas, e sei que sou digno de luta, e a mais importantes de todas, a travada no salão principal da fortaleza, meu corpo. É como se fosse um ritual, é um momento fora do normal, você versus você, quem pagará a conta?

E pelas escadarias disparo veloz, destrancando as várias portas, descobrindo novos lugares, desatinado, apenas atrás de um subterfúgio. Adorava a ideia de ter alguém, muito embora eu já nem ninguém. Foi neste momento em que descobri que posso sucumbir a solidão, estou fugindo desse porão, é sublime não se amedrontar.

O portão abriu, aquele velho anseio surgiu, colocando luz onde nunca tivera passado. Dessa vez não ira postergar, estou saindo do meu forte, quero descobrir o mundo.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

novo

Minha vida deu um virada gigantesca, perdi o chão momentaneamente, tudo o que eu tinha de bom, de repente se tornou ruim e consequentemente o meu maior problema. Odeio essa rotina morta, que me deixa cada vez mais perto da sepultura. Eu queria a surpresa da mudança, saindo desta monotonia de doer, mas essa mudança veio! de uma maneira devastadora, levanto esperanças e apostas, me deixando com o peito aberto e a esperá de pancadas. Embora a minha aparência calma tente mostrar outra coisa, por dentro estou cortado, e as feridas nem sequer começaram a cicatrizar. Eu não medir a força que a decepção tem sobre o ego, mas é gigantesca! Eu pude entender que quem com ferro não fere, será ferido também. Eu fui inocente, logo eu que me julgava esperto, que acreditava que seria diferente de todos por apenas observar mais um pouco. Fui um mero aprendiz, e é o que a vida me permite ser neste momento. Que bom que as coisas ruins aconteceram cedo na minha história, agora eu posso virar o jogo, já encontrei o ponto fraco, e posso causar a aniquilação do mesmo. Pena que será o tiro em meu próprio pé, estou falando do amor, do sentimento mais bonito que carreguei no peito, mas foi o mesmo quem matou os outros amigos de caminhada, confiança e companheirismo foram trucidados junto com tantos outros sentimentos espalhados, o único que escapou quase ileso foi o da esperança, não que seja a última que morre, é por ser imortal. E é esse forte sentimento que levanta-me e revigora o meu semblante, estou novamente na batalha. Nunca para perder!

sábado, 16 de junho de 2012

rascunho da vida.

Eu fico horas parado, sozinho, pensando se é normal este estado comodo solitário, onde não me movo para nenhum lado. E fico só, não em amargura, não fico sofrendo, só fico na defesa. Mas eis que surgiu um problema, até onde isso será bom? Apesar de não correr atrás, nas horas de aperto, é sempre bom ter um auxílio amigo, e se já não tenho, como fazer? Se não há saudades, nem entrega de minha parte para ir atrás de alguém em que o signo e cosmo ajude a ser compatível. 

Uma vez disseram me que jamais seria feliz sozinho, e é verdade. Entretanto, não é preciso escancarar seus pensamentos e anseios, é bom se resguardar. Eu tenho amigo, debatemos sobre coisas boas, momentos de alegrias, de tensão, perplexidade, seriedade, humor. Mas eu nunca disse tudo o que as pessoas normais geralmente fazem, eu nunca me senti a vontade de expor em potes transparentes o que acho., e nem quero que seja desse jeito. Prefiro ter paciência e esperar esses poucos e breves momentos de solidão absurda passarem, e sempre passa. Eu desabafo de um jeito que me deixa feliz, de um modo que ninguém saia ferido, eu desabafo quando  escrevo, e desprendo as ideias da cabeça, e as solto no mundo, para desocupar o espaço, e levar consigo aquela solidão, e volto a confortar meu coração. 

Eu apenas escrevo, o que para mim é a solução.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Única estrela da constelação.

Não pude e nem quis seguir, bem que tentei, mas parei. É que a epístola apontava outro fim, diferente, bem diferente do que puderá imaginar. Perdi o pulso, a mão de ferro enfim cedeu, e naquela hora a história era altera, linha apagadas, e que seriam regidas de outra forma, de um jeito que não terminasse em um nó, pois por puro requinte do destino, era para ser apenas só. Na ironia que à vida trazia, eu me perdia.
Quem com ferro não fere, será ferido também. Fechei os olhos para poder enfim enxergar, no silêncio, no escuro, qualquer feixe de luz é sinal, surreal, mas eu senti. E caminhando para o lado que em que fui destinado a chegar, pude reinventar a minha história, passei uma borracha na memória, se tudo poderia mudar, não era de um modo ruim que eu iria acabar. Então, parei, voltei, e me redesenhei, em um epístola diária. 

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Obrigado!


Obrigado Deus, que sempre me revigorou em momentos que a tristeza me assolou.
que nunca deixou o abatimento me cegar os olhos d'alma e, que evidenciou o lado bom de tudo. Obrigado pelas críticas recebidas, agora já sei fortalecer os pontos fracos, para que os mesmos se tornem virtudes. Eu não tenho mais medos de desafios, eu sei que posso ir sempre à frente, sem temer ou pestanejar. Esse Deus que não é fictício, mas que se difere dentre as religiões, é o mesmo que te ajuda, que te consola, que restitui, que te ilumina. Nossos Deuses podem ser diferentes, mas são idênticos um grande característica, só existem por causa de nossa Fé, e sem Fé não chegarei a nenhum lugar, andar com Fé, irei. Obrigado Deus!

sábado, 12 de maio de 2012

Muda!

Eu sempre pude ser livre para ser e entender o que quiser, nunca soube medir minhas atitudes, nem fizera questão. Fiz estórias que marcaram a memória, eu consegui fazer amigos, mas ao final da adolescência obtive o primeiro 'baque' de minha vida. Me deparei com a responsabilidade, me senti uma criança indefesa e sem personalidade, e naquela época eu pereci por amor, aquelas coisas de primeira paixão, fui inocentemente engano, ferido, cresci. É uma hora aconteceria algo ruim assim, ai comecei a virar um homem própriamente em caráter. Perdi amizades importantes por motivos fúteis, sem piedade fui deixado de lado. Fui realmente apanhando da vida, fui criando ideais, e adotando tudo o que eu considerava bom, deixando transparecer o que a minha família cultivava, o caráter limpo e transparente a todos. Ganhei a confiança, me tornei um norte, eu finquei na terra minha ideologia, aprendi a ler os sinais da boa fé, e que o companheirismo é fundamental, quer algo mais gratificante do que cair, mas ao olhar para o lado, ver aquele seu amigo rindo e dizendo - levanta irmão, estamos juntos, não doeu nada! - E passo a entender que de tudo sugamos o lado bom, e que mesmo em momentos de gigantes solidão, em que a quietude perturbante da escuridão me assola, Deus me ergue! não se pode temer os desafios.

quinta-feira, 29 de março de 2012

=)

Hey! estou meio sem tempo de vir por aqui, a corriqueira vida anda de modo cruel comigo ultimamente.
Sinto que ando escrevendo para ninguém, como se fosse um arsenal para ser usado inesperadamente, entendem? não né! rsrs. Sei que nunca possui vários 'seguidores' por aqui, mas tenho a certeza que 'vez enquando' alguém importante o lê. eu gravei algo, A voz alcança um tempo sem fim.

terça-feira, 20 de março de 2012

Crônicas de uma Pseudo-Imprestável III

    É bom que saibam que já não ligo para essas coisas de ser fraco, ora ora, todos estamos propensos a umas quedinhas na vida, ou já existe alguém perfeito, obviamente, não. Gosto de agir de acordo com os meus preceitos de imoralidade, é isso mesmo, eu não sou tão ético assim, e muito menos busco algum rótulo para tal - loucura seria me rotular - então eu arrisco sempre. 
    Eu sempre faço algo com o intuito de ganhar uma troca, sou assim mesmo, interesse de verdade, nada é de graça. A partir de agora - melhor dizendo, desde ontem - pouparei sorrisos e bons atos. Em silêncio caminharei, eu passarei a fitar tudo de que meu interesse for, encaro o mundo de frente, e já não me espanto em 'apanhar' tanto mesmo, minha pele arde, mas protege. implicante com quem já não suporto, não aceito fazer o gosto de ninguém, é agir certo para o momento certo, se vir pra esperar que te mimem, volte, quem for mimar os problemas, irá rodar. 
    Não se pode ser tão gentil com a quase ingrata vida, a todo tempo estou diante da chance de arrancar e me prender a um certo ponto de paz. meus laços já não tem nenhum sabor, eu burlo momentos e já não sinto tanta dor. Acordei. Entendi. Prossegui. Hoje houve uma fuga em massa das selas mais frias, torturantes e egocêntricas de minha mente. Mudarei a história que foi feita para mim, sufocarei e esfregarei um desfecho vitorioso no rosto da vilã e amada vida.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Viva-a-Vida

         Olá, venho falar de coisas da vida, o dia-a-dia surpreendente que me acomete a todo momento. Venho aqui demonstrar que minha auto-estima está abalada , emocionalmente estou ferido, não? E sobre isso observei coisas de máximo valor, notei, porém, que sou alguém destinado a ser o mais vitorioso entre todos. Não, não irei me ater ao sofrimento, quero falar de perseverança, de um um castelo de vidro, quem se trinca, mais dificilmente quebra, sou blindando e funciono assim mesmo. Então eu não estou sendo infantil ao dizer, eu estou vivendo o que sempre quis viver, um amor, uma dor, um ápice, uma desilusão, um chute e um aperto de mão. Eu sou notóriamente diferenciado, não por espírito de grandeza, é pra ser diversificado mesmo. A algo mais legal de que amadurecer entre alegrias e decepções? Assim acontece a troca de concepções, meninos se tornam homens, eu por hora, só quero uma chuva, para deitar e pensar. Gosto tanto de viver, gosto tanto de correr, gosto tanto de mudar. Então, pare de pensar que estão lhe dando com um rapaz sem perspectiva e ingênuo, para um lágrima que se vai, dez sorrisos vem. Eu amo viver, e gosto tanto de não me prender, eu vou transcender, isso sim é gosta de viver.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

dia-a-dia

Nunca irei encontrar quem vá sorrir por mim, se a felicidade precisar chegar aqui, eu já estarei esperando-a, e com a porta escancarada! 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Oasis

   


   Eu sempre quis saber o gosto do amadurecimento, de ter as repostas e atitudes nos momentos oportunos, ter noção como agir, usar da uma paciência anormal nos dias de hoje, saber o que fazer com a tão corriqueira vida. Eu sempre achei interessante andar perto das coisas que não sabemos controlar, errando quando não podia, fui seguindo de modo invariável a minha estrada,  até que em certo ponto de minha jornada, algo fez sentido, em um momento sem sentido, minha imaginação via códigos se entrelaçarem, informações intercruzarem, vidas se abraçarem, problemas se acabarem.

   Fiquei estupefato, e entendi que para o meu amadurecimento chegar, eu não precisaria agir corretamente, obedecendo fielmente a cartilha, mas deveria fazer as perguntas certas, e deixa-las me fazerem agir certo até encontrar a respostas, é tão brilhante, magistral e complexa está vida, já não precisamos de perguntas, quando a tranquilidade já lhe trás respostas. 

domingo, 29 de janeiro de 2012

O mundo visto ao contrário, parecia no lugar.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Eu continuo passando, na mesma intensidade de uma brisa, forte ou lenta, quente ou fria.. eu estou passando, e nada irá me parar, não quero me atrasar, e espero que ninguém se atrase, para depois dizer que me viu passar,   continuo seguindo, e não irei parar, nunca mais.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Era mais um dia, único e não desperdiçado.


 


  • Eis que a luminosa verdade chega, guardes tudo, guarda-te em um cofre seguro, na mente. Não deixe o seu semblante cair em desgraça, mantenha-se, o alerta está aqui e ali. Desvairado, achei o rumo, um norte profundo, sorte ou morte? eis que já não sois um alguém sem força, estou um passo a frente, longe de um estado periclitante. Adiante amigo, adiante.. dizia-me o vento - será frio e longo, mas entenda que existe mais beleza aqui, do quem em outra condição, não agite o coração, far-se-á sua jornada.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012



   Preciso poder contar com você, ter outras eternidades ao seu lado, e me divertir com os caprichos da nossa vontade. Preciso poder destruir o nosso big bang, sempre que for necessário um novo começo, ou até mesmo pelo prazer da novidade.
   Poder te olhar e já entender, sem ser preciso desdizer nem dizer toda a verdade. Poder errar e não me esconder, não ter que ter nenhum poder e poder não ter.
   Será querer demais? Será pedir demais? Será poder demais?
   Preciso poder gritar com você, e preservar o respeito em potes transparentes, etiquetados com o prazo de validade. Preciso poder me satisfazer, por estar perto, mesmo afastado, e confiar, na certeza da cumplicidade.
   Preciso poder ser impreciso.
   Jay Vaquer - Preciso Poder

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Crônicas de um pseudo-imprestável II

                   Ando me aproximando do sentido maior da vida, já notaram o poder da palavra acreditar?!.. só de pensar nela a fé vem instantaneamente na mente. É isso que venho semeando o poder da fé, apesar de ser um sujeito que quase não acreditar em nada, e agnóstico por escolha, acho inegável a existência de Deus, é realmente indispensável a fé.. acredito que chegarei facilmente aos meus objetivos de vida, o horizonte que eu almejo, já até enxergo. 
                 Por mais que eu ouça palavras que tentem me desanimar, está ali.. bem em minha frente, as minhas escolhas e sonhos, estou preste a tocá-los, um muro ainda me impede de chegar lá, mais acredito que amanhã estarei do outro lado, junto com as coisas que almejo.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Crônicas de um pseudo-imprestável I

    Pois bem, pude notar que às trocas de estações sempre acompanham minhas vontades, sou meio outono, só observando as transformações de uma estação passada. Já entendi que a perda de algo importante, te constrói e destrói, gosto de me sentir assim, vivendo e questionando meu destino, quisera estar tranquilo, como deveria estar.

     Eu me sinto em pressão o tempo inteiro, com os mais diversificado olhares pairando sobre mim, e eu gosto disso,  sei que sou capaz. Cheguei em uma época onde quero colher às amizades, às vitórias, e tudo que seja merecidamente meu.

    Confesso que dá vontade de chorar com algumas quedas e lições da vida, mais chorar não adianta igual aos bons tempos de criança, se estou distante disso, sou, meio novinho, mas sei que estou além da compreensão das pessoas da mesma idade, e posso digamos 'culpar' algo para que isso acontecesse, a resposta é a falta, que me corroeu, distorceu, e me cresçeu.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Inconstâncias



  •              Quisera ser um tipo de fortaleza ambulante, pudera ter força de vontade para não me alterar com os boeings que impactam meus edifícios, bem que poderia aguentar a realidade difícil que me cerca, perceber que nada me será dado de bom grado, a razão sempre tenta diferir da emoção, nunca entrelaçadas. Nesse ritmo vou me perdendo dentro de meu próprio corpo, onde minha mente se faz perigosa, onde não posso ser alcançado, onde sou sozinho, onde não há ajuda. O munda machuca, e esses hematomas na alma.. já não querem sair, de onde a ajuda virá?!. Esses sorrisos fugindo, estranhamente levam a felicidade, tristeza aqui não tem, mais o caso é exatamente este, a falta de um sentimento que me salve. o subterfúgio se encontrar no que se pode acreditar, e é isso que eu preciso, algo arrebatador a ponto de me fazer acreditar.. em dias melhores ou menos monótonos. 
      

                                                                                                         MOTA, ivan.

sábado, 7 de janeiro de 2012




  •       Vivemos em tempos de contraversão, ajudamos quem nos prejudica, e não é assim que deveria ser. Devemos grudar, entretanto, soltar. não podemos prender-nos a algo ou alguém, tem que perceber a hora de ir embora também, é assim que funciona, nada é para sempre, nada. Então sai dessa de mudar, a vida é para amadurecer, mudar.. eu mudo de roupa, casa, de lugar.. mais não de caráter, isso é só amadurecendo. 


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Nos escombros do que desejamos ser.




  •      Mais evidente que meus sentimentos por você, é a notoriedade da perda de compostura toda vez que fazem menção aos seus atos, só de não a possuir-te, é torturante fingir que não ficarei estremecido com tais detalhes. Estampado em minha face, em minha pele ou minha'lma, são os sinais de sua passagem em minha vida, seus defeitos-perfeitos, um jeito aceito pelo meu coração, que já não consegue acompanhar a razão, que abruptamente se foi com sua chegada, amada, sempre foste a esperada. 
                                                                                                       MOTTA, ivan.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

   

Donzela, não suportaria perder você para outrem, é involuntário tamanho deslumbre por vossa pessoa, meu corpo se agita, os nervos me sufocam, confundistes todos os meus sentidos com tamanha formosura. Doce pequena, minha pessoa sempre apetecera a ti, em carne, solo e sonhos. Toda vez que a vejo, sinto um intrépido e abismal sentimento sináptico e emotivo que me causa palpitações intermitentes em sua presença, ou apenas, em sua simples menção. 


Eu ando distante das coisas que já disse ter valor imensurável, ando em demagogia. Tudo se encontra tão inócuo, sem brilho ou cor, sem dor também, não é que seja a monotonia bem ao lado, mais um desdém constante me afeta, e não sei mais livrar-me dele,  eu vivo questionando essas coisas da vida, como me altero tanto, vivo reinventando às histórias, vendo através da ignorância de vários, atravessando um chão de cacos de vidros, e ao mesmo tempo cicatrizando tudo rápidamente, pois já não tenho tempo para sofrer, quero sempre questionar, questionar.. a vida.

                                                                                                   MOTTA, ivan.