terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Até breve..


Eu ultimamente descobri um sentimento diferente, algo novo, nunca semeado dentro do coração, não ao menos com a intensidade em que vivi o momento. Pude presenciar os meus laços de amizade se estreitando, sem sufocar ninguém, foi algo sublime. Amigos, eu tenho, e sempre me ajudaram a combater as adversidades, mas passei por uma que ainda vai requerer tempo para que me acostume, é a saudade, que logo trás em contra peso a distância.

Despedir-se de um amigo, é algo no mínimo doloroso, e acostumar-se com a idéia de poderá demorar anos, até décadas para reencontrá-lo, é agoniante, torturante, desolador. Ninguém quer ter um ser tão amado fora de suas proximidades, e isso é uma exemplificação pura do companheirismo que vem através do vinculo intitulado por parceria, e como o próprio nome diz, parceiros são aqueles que atuam em prol de alguém, ajudando, dando cobertura, e nunca abandona o seu fiel próximo.

Hoje tenho que aprender a controlar a dor da tal despedida, e já me sinto tão sozinho, mesmo com todos os aparatos tecnológicos que causam a proximidade, nenhuma supera a presencial. O que me resta é continuar fazendo a minha história, pois o apoio-amigo continuará, e sei que nunca cessará. Pode ser que passem vários meses, alguns longos aninhos, um bom tempo de “separação”, mas meu bom amigo, quando eu puder reencontrar-te, a represa guardada nos meus olhos com toda certeza ira ceder, com toda a sua força. E o bom é que seremos, e poderemos viver tudo aquilo que sonhamos. Meu coração está chorando a sua ausência, mas já está no aguardo ansioso da vossa presença, pode ser aqui, ou do lado do mundo, mas amigo, se estivermos juntos, os nossos sonhos também viveram.  



                                                                                                              Pseudo-Imprestável.

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